3.2.09

Elevation

31.1.09

Amizade



De quanto nos valem os amigos? Os verdadeiros amigos?

Não têm preço e são intemporais...e mesmo distantes estão sempre presentes...porque há mil e uma formas de estarmos com quem gostamos, quando queremos e quando mais precisamos...

...e quando é verdadeiro...nada muda isso, aconteça o que acontecer, passe o tempo que passar...

Obrigada =')...e obrigada por me mostrarem que sim...

29.1.09

Hot N Cold

Instinto

Já alguma vez tiveste a sensação que algo pode estar certo mesmo parecendo errado?
Já alguma vez te pareceu que ao perder algo também podes estar a ganhar?
Já alguma vez foste invadido pela insegurança quando tudo parece correcto e seguro quando tudo parece desmorar?
Já alguma vez sonhaste com o contrário do que se passa na realidade?
Contradições da vida...iria jurar que um sexto sentido está sempre alerta, nós é que nem sempre o sabemos interpretar. A vida dá tantas voltas, tão rapidamente que nem nos lembramos de parar para pensar e interpretar esta intuição...talvez até seja um sentido de autopreservação, algo menos racional...
Instinto...é preciso aprender a interpretá-lo e a confiar nele...tenho a sensação que está muitas vezes correcto...mais que aquelas que pensei serem possíveis...

25.1.09

Ciclos de mudança

Tudo acontece quando menos se espera...

Diria que a vida não para de me desiludir, mas para isso teria de admitir que me iludi...talvez...muito provavelmente...

Nem mesmo quando julgamos conhecer alguem o pudemos tomar como certo...não me devia de ter esquecido disto nunca...porquê? Porque estamos sempre a mudar e todos os dias nos vamos conhecendo uns aos outros. Se mudamos para melhor ou pior...depende da perspectiva.

O que mais custa é quando as mudanças são repentinas e quase sem uma explicação que faça sentido...quando nem temos tempo de nos adaptar prontamente...quando nem nos têm em verdadeira consideração...

Herrar é umano...e com os erros aprendemos...às vezes da pior forma possível.

Aliás com tudo na vida se aprende alguma coisa.

Já aprendi que nada pudemos tomar como certo...nem a nós próprios...tudo muda...tudo se transforma...

Termina um ciclo e começa outro. É bom termos sempre um plano em mente...uma alternativa para um novo começo, depois de uma mudança...tudo menos ficar inerte a deixar a vida passar pelas nossas mãos...nada o justifica.



Eu cá vou seguir um novo plano...só faltam cinco longos e penosos meses...há que partir à aventura!

24.1.09

Broken Strings

Let me hold you

For the last time

It's the last chance to feel again

But you broke me

Now I can't feel anything

When I love you

It's so untrue

I can't even convince myself

When I'm speaking

It's the voice of someone else

Oh it tears me up

I tried to hold on but it hurts too much

I tried to forgive but it's not enough

To make it all okay

You can't play our broken strings

You can't feel anything

That your heart don't want to feel

I can't tell you something that ain't real

Oh the truth hurts

A lie's worse

I can't like it anymore

And I love you a little less than before

Oh what are we doing

We are turning into dust

Playing house in the ruins of us

Running back through the fire

When there's nothing left to say

It's like chasing the very last train

When it's too late

Too late

Oh it tears me up

I tried to hold on but it hurts too much

I tried to forgive but it's not enough

To make it all okay

You can't play our broken strings

You can't feel anything

That your heart don't want to feel

I can't tell you something that ain't real

Oh the truth hurtsA lie's worse

I can't like it anymore

And I love you a little less than before

But we're running through the fire

When there's nothing left to say

It's like chasing the very last train

When we both know it's too late

Too late

You can't play our broken strings

You can't feel anything

That your heart don't want to feel

I can't tell you something that ain't real

Oh the truth hurts

A lie's worse

I can't like it anymore

And I love you a little less than before

Oh and I love you a little less than before

Let me hold you for the last time

It's the last chance to feel again

23.1.09

“Nada de desgosto nem de desânimo; se acabas de fracassar, recomeça.”

Marco Aurélio

22.1.09

Viver, acreditar e amar (IV)

"Sempre pensara ter feito tudo por tudo. Cedera, aceitara, tentara compreender a visão do outro e também respeitá-la . Podia ter estado longe da perfeição, mas esforçara-se e acreditara nas palavras de compreensão e de segurança, na sinceridade e na tolerância demonstrada, só que pelos vistos até isso tem um fim, mesmo que Maria não compreendesse totalmente porquê.
Chegava à conclusão que tudo se evapora no ar. Tinha já duvida quanto ao que era real e o que era do seu imaginário. Relembrava o passado. Não teria já Maria previsto isto?
Duvida agora de tudo...era dificil acreditar fosse no que fosse. Só acreditava agora em si mesma e no que sentia, embora todos os seus sentimentos se tivessem dissolvido dentro de si, no misto de amor, tristeza e mágoa, mas ao menos isso sabia que era verdadeiro.
Como podia tudo mudar do dia para à noite ou até de dia para dia, assim sem mais nem menos? Havia qualquer coisa que faltava ali. Havia muita coisa que já não compreendia e outras tantas para as quais nunca obtera resposta...e provavelmente jamais obteria.
Decidira que não iria fazer mais nada, que já tinha feito tudo quanto podia e nem tudo dependia de si. Também já não conseguia esconder mais o que lhe ia na alma, não conseguia mentir para disfarçar a dor que sentia...tivera de desabafar, não era de ferro, embora as vezes gostasse de o ser.
As horas passavam por si silenciosas, o mundo continuava a girar...ela iria continuar também, pois "o que não nos mata, torna-nos mais fortes".

Pensava agora no futuro...tão longíquo e tão próximo. Sempre imaginara um dia partir, mas com o intuito de voltar. Arrumava a sua vida nos próximos tempos e, talvez, arrumasse a bagagem e fosse à procura de um novo começo. Contudo, sabia que mesmo que o fizesse voltaria, havia pessoas que nunca conseguiria deixar para trás, aquelas que sempre estiveram consigo.

Dava consigo a perguntar-se novamente porquê? Já sua mãe lhe tinha dito tantas vezes que "Deus escreve direito por linhas tortas"...talvez, mas que tortas que são aquelas linhas.
Sua mãe...era quem ela menos queria que a visse assim, pois saberia o quão isso a afectaria, o quão a iria tornar mais céptica, mais defensiva e o quão a iria deixar preocupada e sem descanso. Sempre lhe dissera que nunca a quereria ver sofrer, porque se Maria sofresse o equivalente a um dedo, para ela seria equivalente a um braço...era a sua maneira simplista de expressar os seus sentimentos.

Maria ia conseguir, tinha que conseguir..."